Cadeiras para Costureiras

Postado em 01 de Abril de 2013


Tendo em vista a grande demanda de consultas referente a cadeira que atendam a convenção coletiva da indústria do setor de costura vestuário confecção e calçados estudamos e descrevemos os pontos principais para aprovar a cadeira para esses trabalhadores.

CADEIRA PARA COSTUREIRAS:

REGULAGEM DE ALTURA DO ASSENTO:
Deve ter regulagem de altura do assento preferencialmente a gás, pois tem uma vida útil maior e é mais fácil de regular, preferencialmente ter intervalo de regulagem de 120 mm, pois desta maneira atende uma quantidade maior de pessoas com estatura diferentes. A mesma deve ser giratória para facilitar a movimentação lateral e entrada e saída do usuário ao posto de trabalho.
BASE (ESTRELA):
Em relação a base, ela deve ser em aço com 5 pontas e preferencialmente com capa de Polipropileno (P.P) para proteger a pintura de desgastes e aumentar a vida útil. Ela precisa ter sapatas fixas ao invés de rodinhas, como o trabalho é de grande movimentação com os braços e é usado os pés para acionar o pedal da máquina, as cadeiras com rodinhas podem se afastar do posto de trabalho.
ASSENTO:
O assento deve ter no mínimo 40cm de Largura, 38cm de Comprimento e espuma injetada (desenho anatômico) com 3cm de espessura e uma boa densidade, ou seja, nem muito dura nem mole de modo a acomodar bem as nádegas do trabalhador diminuindo a compressão muscular. A borda frontal do assento deve ser levemente arredondada para evitar compressão na parte de baixo da coxa. Também deve ter capa de Polipropileno (P.P) como acabamento, com o objetivo de prevenir rasgos como consequência de batidas e garantir a integridade do assento.
ENCOSTO:
O encosto deve ter no mínimo 30,5cm de Largura, 36cm de Comprimento e espuma injetada (desenho anatômico) com 3cm de espessura e uma boa densidade, ou seja, nem muito dura nem mole, ter uma saliência na parte de baixo e levemente curvado de modo a acomodar bem a coluna lombar. Também deve ter capa de Polipropileno (P.P) como acabamento com o objetivo de prevenir rasgos como consequência de batidas e garantir a sua integridade.
REVESTIMENTO: 
O revestimento deve ser em tecido 100% poliéster para facilitar a respiração e dissipar o calor gerado pelo corpo aumentando o conforto do usuário.
MECANISMO DE REGULAGEM:
Deve ser o modelo prime de 2 alavancas abaixo do assento, 1 para regular a altura do assento e a outra para regular a inclinação do encosto, também deve ter regulagem de altura de encosto através de cremalheira “automática” de modo a facilitar a regulagem da cadeira pelo usuário
APOIO PARA OS BRAÇOS:
As cadeiras não devem ter apoio para os braços, pois como o trabalho é dinâmico com movimentação constante dos mesmos não há utilidade para os apoios.
 

CADEIRA PARA BANCADAS BAIXAS DE PRODUÇÃO

REGULAGEM DE ATURA DO ASSENTO:
Deve ter regulagem de altura do assento preferencialmente a gás, pois tem uma vida útil maior e é mais fácil de regular, preferencialmente deve ter intervalo de regulagem de 120 mm, pois desta maneira atende uma quantidade maior de pessoas com estatura diferentes. A mesma deve ser giratória para facilitar a movimentação lateral e entrada e saída do usuário no posto de trabalho.
BASE (ESTRELA):
Deve ser em aço com 5 pontas e preferencialmente com capa de Polipropileno (P.P) para proteger a pintura de desgastes e aumentar a vida útil, deve ter sapatas fixas ao invés de rodinhas, como o trabalho é de grande movimentação com os braços e é usado os pés para acionar o pedal da máquina, a cadeiras com rodinhas podem se afastar do posto de trabalho.
ASSENTO:
Deve ter no mínimo 40cm de Largura, 38cm de Comprimento e espuma injetada (desenho anatômico) com 3cm de espessura e uma boa densidade, ou seja, nem muito dura nem mole de modo a acomodar bem as nádegas do trabalhador diminuindo a compressão muscular. A borda frontal do assento deve ser levemente arredondada para evitar compressão na parte de baixo da coxa. Também deve ter capa de Polipropileno (P.P) como acabamento, com o objetivo de prevenir rasgos como consequência de batidas e garantir a integridade do assento
ENCOSTO:
Deve ter no mínimo 30,5cm de Largura, 36cm de Comprimento e espuma injetada (desenho anatômico) com 3cm de espessura e uma boa densidade, ou seja, nem muito dura nem mole ter uma saliência na parte de baixo e levemente curvado de modo a acomodar bem a coluna lombar. Também deve ter capa de Polipropileno (P.P) como acabamento, com o objetivo de prevenir rasgos como consequência de batidas e garantir a sua integridade.
REVESTIMENTO: 
Em tecido 100% poliéster para facilitar a respiração e dissipar o calor gerado pelo corpo aumentando o conforto do usuário.
MECANISMO DE REGULAGEM:
Deve ser o modelo prime de 2 alavancas abaixo do assento, 1 para regular a altura do assento e a outra para regular a inclinação do encosto, também deve ter regulagem de altura de encosto através de cremalheira “automática” de modo a facilitar a regulagem da cadeira pelo usuário.
APOIO PARA OS BRAÇOS:
As cadeiras não devem ter apoio para os braços, pois como o trabalho é dinâmico com movimentação constante dos mesmos não há utilidade para os apoios.
 
CADEIRAS PARA BANCADAS ALTAS DE PRODUÇÃO
REGULAGEM DE ATURA DO ASSENTO:
Deve ter regulagem de altura do assento preferencialmente a gás, pois tem uma vida útil maior e é mais fácil de regular, preferencialmente deve ter intervalo de regulagem de 260mm, pois desta maneira atende uma quantidade maior de pessoas com estatura diferentes. A mesma deve ser giratória para facilitar a movimentação lateral e entrada e saída do usuário ao posto de trabalho. Esta coluna atende bancadas com altura de 80 a 95 cm caso sua banca seja maior entre em contato que adaptamos a cadeira a sua bancada.
BASE (ESTRELA):
Deve ser em aço com 5 pontas e preferencialmente com capa de Polipropileno (P.P) para proteger a pintura de desgastes e aumentar a vida útil, deverá ter sapatas fixas ao invés de rodinhas, como o trabalho é de grande movimentação com os braços e é usado os pés para acionar o pedal da máquina, a cadeiras com rodinhas podem se afastar do posto de trabalho.
ASSENTO:
Deve ter no mínimo 40cm de Largura, 38cm de Comprimento 38 e espuma injetada (desenho anatômico) com 3cm de espessura e uma boa densidade, ou seja, nem muito dura nem mole de modo a acomodar bem as nádegas do trabalhador diminuindo a compressão muscular. A borda frontal do assento deve ser levemente arredondada para evitar compressão na parte de baixo da coxa. Também deve ter capa de Polipropileno (P.P) como acabamento com o objetivo de prevenir rasgos como consequência de batidas e garantir a integridade do assento.
ENCOSTO:
Deve ter no mínimo 30,5cm de Largura, 36cm de Comprimento e espuma injetada (desenho anatômico) com 3cm de espessura e uma boa densidade, ou seja, nem muito dura nem mole, ter uma saliência na parte de baixo e levemente curvado de modo a acomodar bem a coluna lombar. Também deve ter capa de P.P como acabamento com o objetivo de prevenir rasgos como consequência de batidas e garantir a sua integridade.
REVESTIMENTO: 
Em tecido 100% poliéster para facilitar a respiração e dissipar o calor gerado pelo corpo aumentando o conforto do usuário.
MECANISMO DE REGULAGEM:
Deve ser o modelo prime de 2 alavancas abaixo do assento, 1 para regular a altura do assento e a outra para regular a inclinação do encosto, também deve ter regulagem de altura do encosto através de cremalheira “automática” de modo a facilitar a regulagem da cadeira pelo usuário.
ARO DE APOIO PARA OS PÉS:
Deve ter aro de apoio para os pés e ser regulada de modo que a perna do usuário não fique pendurada evitando compressão na parte inferior da coxa do usuário.
APOIO PARA OS BRAÇOS:
As cadeiras não devem ter apoio para os braços, pois como o trabalho é dinâmico com movimentação constante dos mesmos não há utilidade para os apoios.
Considerações gerais
Com relação a densidade da espuma citada no acordo ela não tem a ver com a espessura e sim com a formulação do mesmo e só tem como avaliar através de equipamentos específicos por isso é importante verificar se ela não é muito dura nem muito mole.
Buscar fornecedores que deem garantia mínima de 1 ano contra defeito de fabricação e que tenham assistência técnica própria pois em caso de defeito terá um suporte da empresa fornecedora.
É interessante solicitar ao fornecedor, que lhe envie amostra do produto e deixar em teste com os trabalhadores ao envolver todos na decisão ela se torna mais legitima.
As cadeiras de madeiras não poderão mais ser usadas pelos trabalhadores por não atender aos requisitos mínimos de conforto.
Alan Pereira da Rosa
ERGONOMISTA CERTIFICADO PELA ABERGO
Se você deseja se adequar a NR-17, veja nossa linha de Cadeiras para Costureira.