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Início - Blog - Ergonomia - Acessibilidade no ambiente de trabalho: como a ergonomia promove inclusão, conforto e autonomia

Acessibilidade no ambiente de trabalho

Acessibilidade no ambiente de trabalho: como a ergonomia promove inclusão, conforto e autonomia

  • Ergomais
  • julho 30, 2026

A acessibilidade no ambiente de trabalho vai muito além de rampas, elevadores, corrimãos e vagas reservadas. Embora esses recursos sejam fundamentais, a inclusão também depende das condições encontradas por cada pessoa dentro do próprio posto de trabalho.

Por exemplo, a altura da cadeira, a profundidade do assento, o apoio dos pés, a posição dos braços e o alcance dos equipamentos podem facilitar ou dificultar a realização das atividades profissionais.

É justamente nesse ponto que ergonomia e acessibilidade se encontram. Afinal, a ergonomia busca adaptar o trabalho às características das pessoas. Dessa forma, torna-se possível criar condições mais seguras, confortáveis e adequadas para diferentes estaturas, pesos, proporções corporais e necessidades funcionais.

Portanto, um ambiente inclusivo não é aquele que oferece exatamente o mesmo mobiliário para todos. Pelo contrário, é aquele que reconhece as diferenças e disponibiliza soluções compatíveis com as necessidades reais de cada colaborador.

O que é acessibilidade no ambiente de trabalho?

A acessibilidade no ambiente de trabalho consiste na identificação e na eliminação de barreiras que possam dificultar a participação, a autonomia, a segurança ou o desempenho profissional de uma pessoa.

No entanto, essas barreiras não são apenas arquitetônicas. Elas também podem estar presentes no mobiliário, nos equipamentos, nas ferramentas, nos sistemas, na comunicação e na organização das atividades.

Na prática, isso significa olhar para toda a experiência do colaborador dentro da empresa. Assim, a análise deve considerar desde o acesso ao espaço até as condições oferecidas para a execução das atividades.

Entre os elementos que podem exigir adaptações estão:

  • Altura da cadeira e da superfície de trabalho;
  • Largura e profundidade do assento;
  • Posição e regulagem dos apoios de braço;
  • Apoio adequado para os pés;
  • Altura e distância do monitor;
  • Alcance do teclado, do mouse e dos equipamentos;
  • Espaço disponível para movimentação;
  • Facilidade de entrada e saída do posto;
  • Capacidade estrutural do mobiliário;
  • Forma de acionamento das regulagens.

Além disso, a acessibilidade precisa ser analisada de maneira individualizada. Por isso, devem ser consideradas as características da pessoa, a atividade executada e as condições reais do ambiente.

Qual é a relação entre ergonomia e acessibilidade?

A ergonomia tem como princípio central a adaptação do trabalho às pessoas. Em outras palavras, o trabalhador não deve ser obrigado a adaptar o próprio corpo a uma cadeira, mesa, bancada ou equipamento inadequado.

Nesse sentido, a NR-17 orienta que as condições de trabalho sejam adaptadas às características dos trabalhadores. Consequentemente, o mobiliário, os equipamentos e a organização do posto devem contribuir para conforto, segurança, saúde e desempenho adequado.

Quando aplicada à acessibilidade, portanto, a ergonomia permite identificar diferenças que muitas vezes são ignoradas em postos padronizados.

Entre essas diferenças estão:

  • Estatura;
  • Peso corporal;
  • Comprimento dos braços e das pernas;
  • Alcance manual;
  • Mobilidade;
  • Necessidade de apoio adicional;
  • Forma de acesso ao posto;
  • Capacidade de acionar regulagens e equipamentos.

Além disso, a ergonomia não analisa apenas a cadeira. Ela considera a tarefa, o ambiente, os equipamentos e a forma como o trabalho acontece. Para aprofundar esse conceito, leia também o conteúdo Ergonomia: o que é, por que importa e como aplicar no ambiente de trabalho.

Por que a padronização do mobiliário pode criar barreiras?

A padronização facilita processos de compra, manutenção e organização dos ambientes. No entanto, ela se torna um problema quando ignora a diversidade corporal presente nas equipes.

Por exemplo, uma cadeira considerada confortável para uma pessoa pode apresentar assento profundo demais para outra. Da mesma forma, um apoio de braço pode ficar estreito para determinado usuário.

Além disso, uma mesa pode ser alta demais para uma pessoa de baixa estatura. Ao mesmo tempo, o mesmo posto pode ser incompatível com alguém que utiliza cadeira de rodas ou precisa de uma área maior de circulação.

Quando a empresa oferece apenas um modelo de mobiliário, sem avaliar a compatibilidade com diferentes pessoas, podem surgir situações como:

  • Pés sem apoio durante toda a jornada;
  • Compressão na parte posterior dos joelhos;
  • Apoios de braço pressionando lateralmente o corpo;
  • Dificuldade para aproximar a cadeira da mesa;
  • Ombros elevados para alcançar a superfície de trabalho;
  • Coluna sem apoio adequado;
  • Uso de adaptações improvisadas;
  • Dificuldade para entrar ou sair do posto;
  • Risco de instabilidade ou desgaste prematuro do mobiliário.

Por isso, acessibilidade não significa oferecer um único produto considerado universal. Pelo contrário, significa disponibilizar alternativas e realizar ajustes de acordo com o posto de trabalho e com o perfil de quem o utiliza.

O que deve ser avaliado em um posto de trabalho acessível?

A adaptação ergonômica precisa considerar o conjunto completo da estação de trabalho. Embora a cadeira seja um dos componentes centrais, ela não funciona de maneira isolada.

Características da pessoa

Em primeiro lugar, é necessário compreender as medidas corporais, a mobilidade, os alcances e as necessidades do colaborador.

Além disso, a análise deve evitar generalizações. Afinal, duas pessoas com a mesma condição podem precisar de ajustes diferentes.

Atividade realizada

Em seguida, é necessário avaliar o tipo de atividade, o tempo de permanência sentado e a frequência de movimentação.

Da mesma forma, devem ser considerados o uso de equipamentos e a necessidade de alternar posturas ao longo da jornada.

Mobiliário e equipamentos

Cadeira, mesa, monitor, teclado, mouse, apoio para os pés e demais equipamentos precisam funcionar de maneira integrada.

Portanto, ajustar somente um componente pode não resolver o problema caso os demais permaneçam incompatíveis com o usuário.

Acesso e autonomia

A pessoa precisa conseguir acessar o posto, utilizar os equipamentos e realizar os ajustes necessários com o máximo possível de autonomia.

Por outro lado, regulagens difíceis de acionar ou posicionadas fora do alcance também podem se transformar em barreiras.

Segurança e estabilidade

Por fim, o mobiliário deve ser dimensionado para suportar o usuário com segurança.

Nesse sentido, capacidade de carga, largura do assento, resistência da base e qualidade dos componentes precisam ser compatíveis com o uso real.

Como adaptar o posto de trabalho para pessoas com nanismo?

A adaptação de um posto de trabalho para pessoas com nanismo vai muito além da utilização de uma cadeira mais baixa.

Em uma cadeira convencional, por exemplo, o assento pode ser profundo demais. Consequentemente, a pessoa pode ter dificuldade para apoiar as costas no encosto sem comprimir a região posterior dos joelhos.

Além disso, quando os pés não alcançam o chão, pode ocorrer aumento da pressão nas coxas. Como resultado, o usuário também pode encontrar maior dificuldade para manter uma postura estável.

Por isso, a altura da mesa, a posição dos braços, o alcance dos equipamentos e a forma de acesso ao posto precisam ser analisados em conjunto.

Kit Nanismo para Escritório da Ergomais

O Kit Nanismo para Escritório da Ergomais reúne diferentes elementos para criar uma estação de trabalho mais adequada às características da pessoa.

O conjunto pode ser composto por:

  • Cadeira desenvolvida para pessoas com nanismo;
  • Plataforma para facilitar o acesso ao posto;
  • Apoio para os pés;
  • Apoios de braço adaptados;
  • Suporte para adequação da superfície de trabalho.

A plataforma, por exemplo, ajuda no acesso à cadeira e à estação. Além disso, o apoio para os pés proporciona uma superfície estável para os membros inferiores.

Ao mesmo tempo, os apoios de braço e os demais componentes contribuem para melhorar o posicionamento do usuário em relação à mesa e aos equipamentos.

Portanto, o principal diferencial do kit é justamente a integração. Em vez de tratar a cadeira como uma solução isolada, a adaptação considera o conjunto do posto de trabalho.

Características da Cadeira Nanismo

A Cadeira Nanismo da Ergomais foi desenvolvida com dimensões reduzidas e regulagens específicas. Dessa forma, o produto favorece o posicionamento do usuário durante a realização das atividades.

Entre suas principais características estão:

  • Capacidade para usuários de até 120 kg;
  • Assento com profundidade reduzida;
  • Regulagem milimétrica da altura do assento;
  • Espuma injetada de densidade 45;
  • Apoios de braço com seis regulagens de altura;
  • Regulagem de largura dos apoios de braço;
  • Regulagem automática da altura do encosto;
  • Inclinação do encosto em até 45 graus;
  • Encosto fixado ao assento com reforço em aço;
  • Pistão Classe 4;
  • Base reforçada fabricada em aço espesso;
  • Rodízios em nylon com fibra de vidro;
  • Alavanca de regulagens com leitura em braille.

A profundidade reduzida do assento ajuda a evitar a compressão na parte posterior dos joelhos. Além disso, as regulagens de altura e largura dos braços permitem ajustar a cadeira às proporções corporais do usuário e à superfície de trabalho.

Por sua vez, a espuma injetada de densidade 45 oferece sustentação durante a jornada. Ao mesmo tempo, a estrutura reforçada contribui para a estabilidade e para a durabilidade do produto.

Acessibilidade também precisa considerar diferentes pesos e biotipos

A ergonomia inclusiva também deve considerar pessoas que precisam de assentos com dimensões mais amplas, maior capacidade estrutural e componentes com faixas de regulagem diferentes.

Uma cadeira convencional, por exemplo, pode apresentar largura insuficiente. Além disso, os apoios de braço podem ficar muito próximos do corpo.

Da mesma forma, a espuma pode não oferecer a densidade necessária para o uso contínuo. Consequentemente, uma estrutura incompatível com o usuário pode gerar desconforto, instabilidade e desgaste prematuro do produto.

Por isso, escolher uma cadeira para pessoas com obesidade não significa apenas verificar o peso máximo informado.

Também é necessário avaliar:

  • Largura útil do assento;
  • Profundidade do assento;
  • Espaço entre os apoios de braço;
  • Regulagem lateral dos braços;
  • Densidade da espuma;
  • Resistência da base;
  • Classe do pistão;
  • Estabilidade da estrutura;
  • Amplitude das regulagens.

Cadeira Ergonômica de Escritório Maxxi

A Cadeira Ergonômica de Escritório Maxxi da Ergomais foi desenvolvida para usuários que precisam de dimensões ampliadas, maior espaço no assento e uma estrutura reforçada.

O modelo suporta usuários de até 180 kg. Além disso, possui assento e encosto com dimensões especiais, proporcionando uma acomodação mais ampla durante a jornada de trabalho.

Entre seus principais diferenciais estão:

  • Capacidade para usuários de até 180 kg;
  • Assento e encosto com dimensões ampliadas;
  • Espuma injetada de densidade 55;
  • Apoios de braço com seis regulagens de altura;
  • Apoios de braço com três regulagens horizontais;
  • Maior espaço lateral disponível no assento;
  • Regulagem milimétrica da altura do assento;
  • Intervalo de regulagem de altura de 130 milímetros;
  • Regulagem automática da altura do encosto;
  • Inclinação do encosto em até 45 graus;
  • Encosto fixado ao assento com reforço em aço;
  • Pistão Classe 4;
  • Base reforçada fabricada em aço espesso;
  • Rodízios em nylon com fibra de vidro;
  • Alavanca de regulagens com leitura em braille.

A regulagem horizontal dos apoios de braço permite aumentar o espaço lateral disponível para o usuário. Dessa forma, o recurso ajuda a evitar compressões e favorece uma acomodação mais adequada no assento.

Além disso, a espuma injetada de densidade 55 proporciona maior sustentação e resistência ao uso contínuo. Já a base em aço e o pistão Classe 4 contribuem para a estabilidade estrutural da cadeira.

Portanto, a Maxxi não é apenas uma cadeira com maior capacidade de carga. O modelo combina dimensões ampliadas, regulagens e materiais pensados para oferecer ergonomia, segurança e conforto para diferentes biotipos.

Conheça todos os detalhes da Cadeira Ergonômica de Escritório Maxxi.

A cadeira acessível precisa ser adequada ao perfil do usuário

Nem todo colaborador precisa de uma cadeira especial. Afinal, a escolha correta depende da compatibilidade entre as dimensões do usuário, o tipo de atividade e os recursos oferecidos pelo produto.

Para pessoas atendidas pelas dimensões convencionais de uma cadeira de escritório, por exemplo, um modelo com ergonomia essencial pode oferecer o suporte necessário para atividades administrativas.

Cadeira Ergonômica de Escritório Basic

A Cadeira Ergonômica de Escritório Basic da Ergomais é uma solução funcional para escritórios, recepções, áreas administrativas e home offices.

O modelo reúne recursos importantes para a organização de um posto de trabalho mais confortável e adequado.

Entre suas principais características estão:

  • Capacidade para usuários de até 120 kg;
  • Assento em espuma injetada de alta densidade;
  • Encosto anatômico;
  • Regulagem de altura por pistão a gás;
  • Estrutura reforçada em aço;
  • Rodízios duplos de nylon;
  • Opção com apoios de braço fixos;
  • Adequação às recomendações da NR-17.

Além disso, a Basic atende postos administrativos que precisam de ergonomia essencial, mobilidade e resistência para o uso diário.

A presença da Basic, da Maxxi e da Cadeira Nanismo no mesmo portfólio demonstra um princípio importante da ergonomia inclusiva. Em resumo, pessoas diferentes podem precisar de soluções diferentes.

Portanto, uma empresa não precisa abandonar completamente a padronização do mobiliário. No entanto, ela precisa criar uma padronização flexível, com opções que atendam diferentes grupos de usuários e permitam adaptações individuais.

Para conhecer os critérios que devem ser considerados antes da compra, leia também o artigo Cadeira ergonômica para escritório: tudo o que você precisa saber antes de comprar.

Conheça a Cadeira Ergonômica de Escritório Basic.

Como implementar a acessibilidade ergonômica na empresa?

A adaptação dos postos de trabalho deve fazer parte de um processo técnico e contínuo. Afinal, comprar produtos sem compreender o contexto pode gerar novos problemas ou manter barreiras já existentes.

Identifique as necessidades dos colaboradores

Em primeiro lugar, converse com as pessoas e compreenda quais dificuldades existem no uso do mobiliário, no acesso ao posto e na realização das atividades.

Além disso, a percepção do trabalhador deve ser combinada com uma avaliação técnica das condições de trabalho.

Avalie o posto completo

Em seguida, observe a cadeira, a mesa, o monitor, os equipamentos, os apoios e o espaço para movimentação.

Assim, torna-se possível verificar se todos os elementos funcionam de maneira integrada.

Evite adaptações improvisadas

Caixas utilizadas como apoio para os pés, almofadas soltas, cadeiras danificadas e plataformas sem estabilidade podem aumentar os riscos.

Por isso, a adaptação precisa ser dimensionada, estável e compatível com a atividade.

Ofereça opções de mobiliário

Empresas com equipes diversas devem considerar diferentes modelos de cadeira e acessórios.

Embora manter apenas uma cadeira padrão pareça mais simples, essa escolha pode gerar inadequações, reclamações e trocas frequentes.

Oriente sobre as regulagens

Uma cadeira com vários recursos não gera todos os benefícios esperados caso o usuário não saiba ajustá-la.

Portanto, após a instalação, é importante orientar sobre altura, encosto, braços e posicionamento em relação à mesa.

Reavalie sempre que houver mudanças

Por fim, trocas de função, alterações no layout, novos equipamentos e mudanças nas condições do colaborador podem exigir uma nova avaliação do posto.

Quais são os benefícios de um posto de trabalho acessível?

A acessibilidade ergonômica gera impactos positivos para as pessoas e para a organização.

Entre os principais benefícios estão:

  • Maior autonomia para executar as atividades;
  • Redução de barreiras físicas e funcionais;
  • Mais conforto durante a jornada;
  • Melhores condições de postura;
  • Redução da fadiga e do esforço excessivo;
  • Maior segurança no posto de trabalho;
  • Valorização da diversidade;
  • Melhoria da experiência dos colaboradores;
  • Maior compatibilidade entre pessoa e atividade;
  • Fortalecimento da cultura de inclusão;
  • Redução de adaptações improvisadas;
  • Melhor gestão do mobiliário corporativo.

Além disso, um ambiente acessível comunica cuidado. Quando o colaborador encontra um posto compatível com suas características, ele percebe que a empresa considerou suas necessidades de maneira concreta.

Consequentemente, essa percepção também pode influenciar a forma como as pessoas vivenciam o ambiente profissional.

Para entender essa relação, leia também o artigo Ergonomia e psicossocial: o que a NR-01 e a NR-17 determinam sobre fatores psicossociais no trabalho.

Como saber se um posto precisa de adaptação?

Algumas perguntas ajudam a identificar possíveis barreiras ergonômicas:

  • O usuário consegue apoiar as costas no encosto?
  • Os pés permanecem apoiados durante o trabalho?
  • O assento possui largura adequada?
  • A profundidade do assento permite apoiar as costas sem pressionar os joelhos?
  • Os apoios de braço oferecem espaço e regulagens suficientes?
  • A pessoa consegue aproximar a cadeira da mesa?
  • O usuário consegue acessar o posto com autonomia?
  • O teclado, o mouse e os equipamentos estão ao alcance?
  • As regulagens são fáceis de localizar e acionar?
  • Existem adaptações improvisadas?
  • O mobiliário é compatível com o peso do usuário?
  • Há relatos de desconforto, pressão ou dificuldade de movimentação?
  • A cadeira apresenta instabilidade ou desgaste prematuro?

Portanto, quando uma ou mais dessas situações estão presentes, o posto deve ser analisado com maior atenção.

Perguntas frequentes sobre acessibilidade no ambiente de trabalho

Acessibilidade no trabalho envolve apenas adaptações arquitetônicas?

Não. Embora rampas, elevadores e circulação acessível sejam fundamentais, a acessibilidade também envolve mobiliário, equipamentos, comunicação, tecnologia, organização das atividades e condições ergonômicas do posto de trabalho.

Uma única cadeira ergonômica pode atender todos os colaboradores?

Não necessariamente. Mesmo uma cadeira com várias regulagens possui limites de altura, largura, profundidade e capacidade estrutural. Por isso, pessoas com características corporais diferentes podem precisar de modelos específicos.

Como adaptar uma cadeira para uma pessoa com nanismo?

A adaptação deve considerar profundidade reduzida do assento, regulagem de altura, apoio adequado para os pés, posição dos braços e compatibilidade com a mesa. Além disso, em muitos casos, pode ser necessária uma plataforma de acesso e ajustes na superfície de trabalho.

O que avaliar em uma cadeira para pessoas com obesidade?

É importante verificar a capacidade de carga, a largura do assento, o espaço entre os braços e a densidade da espuma. Além disso, devem ser avaliadas a resistência da base, a classe do pistão e a possibilidade de regulagem horizontal dos apoios de braço.

A Cadeira Maxxi suporta até quantos quilos?

A Cadeira Ergonômica de Escritório Maxxi da Ergomais foi desenvolvida para suportar usuários de até 180 kg. Além disso, possui dimensões ampliadas, espuma injetada de densidade 55 e estrutura reforçada.

Qual é a diferença entre a Cadeira Basic e a Cadeira Maxxi?

A Cadeira Basic é indicada para postos administrativos e usuários atendidos por dimensões convencionais, suportando até 120 kg. Por outro lado, a Maxxi possui assento e encosto ampliados, além de estrutura desenvolvida para usuários de até 180 kg.

A empresa precisa avaliar cada posto individualmente?

Sim. Modelos padronizados podem ser utilizados como base. No entanto, a compatibilidade entre pessoa, tarefa, mobiliário e equipamentos precisa ser verificada individualmente, principalmente quando existem necessidades específicas.

Acessibilidade é oferecer condições reais de participação

A acessibilidade no ambiente de trabalho não deve ficar restrita ao discurso institucional. Pelo contrário, ela precisa aparecer nas decisões práticas que determinam como cada pessoa acessa o espaço, utiliza o mobiliário e executa suas atividades.

Ao considerar diferentes estaturas, pesos, proporções corporais e necessidades funcionais, a empresa cria condições mais adequadas de autonomia, segurança e participação.

Além disso, investir em ergonomia inclusiva demonstra que o cuidado com as pessoas faz parte da estrutura real do ambiente de trabalho.

A Ergomais desenvolve soluções em ergonomia aplicada para diferentes pessoas e ambientes. Entre as opções estão o Kit Nanismo para Escritório, a Cadeira Ergonômica de Escritório Maxxi, indicada para usuários que precisam de dimensões ampliadas e estrutura para até 180 kg, e a Cadeira Ergonômica de Escritório Basic, uma solução funcional para postos administrativos.

Portanto, adaptar o posto não significa apenas cumprir uma exigência. Significa criar condições reais para que diferentes pessoas possam trabalhar com segurança, autonomia e respeito.

Conheça as soluções da Ergomais e encontre o mobiliário adequado às características de cada pessoa e posto de trabalho.

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